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Alex Garcia colabora com a Comunidade da Figueira

A Comunidade da Figueira (comunidade.figueira@yahoo.com.br) está citiada na cidade de Mariana, estado de Minas Gerais. Atende a crianças, adolescentes e adultos carentes, com deficiência física e mental, de segunda a sexta, das 09h às 16:30h. Procura proporcionar aos assistidos condições de reabilitação, valorizando sua dignidade, ajudando-os a se integrarem na Família, na Comunidade e na Sociedade.

Alex Garcia recorda que "Foi um grande prazer ter visitado e colaborado, brevemente, com a comunidade. Foram momentos de grande entusiasmo e alegria". Alex Garcia foi convidado pelo professor Ubiratan Vieira (ugvieira@gmail.com) à visitar a comunidade. Ubiratan Vieira é professor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da UFOP e coordena projeto junto à comunidade da Figueira, tendo com objetivo "Preservar a memória e abordar a diversidade através do contato de pessoas com e sem deficiência". O projeto foi contemplado com recursos da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) e tem como objetivo contribuir com a memória social do cuidado de pessoas com deficiência em Mariana.

Além disso, pretende também colaborar com as ações da Comunidade da Figueira, primeira instituição criada para este fim na cidade. A Comunidade da Figueira atua particularmente no que se refere à promoção de relações entre pessoas com e sem deficiência em Mariana. Os recursos recebidos serão destinados para o custeio de duas bolsas de iniciação científica pelo período dois anos, além de equipamento permanente para o registro audiovisual de depoimentos e documentos. As visitas e diálogos com a Comunidade da Figueira sobre o projeto tiveram início em 2011.

O professor Ubiratan Vieira acredita que a realização do estudo irá contribuir na divulgação da extensão e na abordagem da diversidade: "Vincular extensão e pesquisa, abordar a diversidade a partir do cuidado de pessoas com deficiência e abordar a memória social da cidade a partir de uma instituição são aspectos que colaboram para a promoção de contatos mistos entre pessoas com e sem deficiência", explica. Além do coordenador, participam do projeto a professora do Departamento de Educação (Deedu) da UFOP, Monica Rhame, que é Coordenadora do Grupo de estudos "Deficiência, educação e sociedade", vinculado ao programa Caleidoscópio, a professora Margareth Diniz e a coordenadora da Comunidade Figueira, Rozeli de Lima.

De acordo com Ubiratan Vieira, outra contribuição do projeto é a possibilidade de "pensar o passado a partir do presente, com implicações para ações futuras". O professor também destaca que os contatos entre as pessoas resultam na superação do estigma pela qualidade do contato: "Pretendemos contribuir com o que já é feito: ligação entre memória e contatos mistos, pesquisa e extensão".
















































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